Metade das coisas que falo, tem uma ironia nem que seja simples no meio. Dou patadas até pra quem não merece, mas não é por mal. Sou chata pra caramba, e quando eu quero, sou mais ainda. Minha lerdeza as vezes vai te surpreender do mesmo jeito que a minha rapidez nos pensamentos. Se estou em um mal dia, você perceberá só de ver a minha cara. Mas se estou em um dia bom, você perceberá isso mais rápido ainda. Se eu gosto de você, deixo isso bem claro. Do mesmo modo que deixo claro se não gosto de você. Ou eu gosto ou não, sem meios termos. E não tenho pena por demonstrar a alguém que não gosto dela. Se eu fizer alguma coisa errada, não será eu que irá pedir desculpas. Sou o orgulho em pessoa também. Com tantas chatices e defeitos, são poucos que gostam de mim. E se não gostar, o problema é seu. Os poucos que tenho por perto, já me basta.
sexta-feira, 1 de junho de 2012
Sou a ironia em pessoa.
Metade das coisas que falo, tem uma ironia nem que seja simples no meio. Dou patadas até pra quem não merece, mas não é por mal. Sou chata pra caramba, e quando eu quero, sou mais ainda. Minha lerdeza as vezes vai te surpreender do mesmo jeito que a minha rapidez nos pensamentos. Se estou em um mal dia, você perceberá só de ver a minha cara. Mas se estou em um dia bom, você perceberá isso mais rápido ainda. Se eu gosto de você, deixo isso bem claro. Do mesmo modo que deixo claro se não gosto de você. Ou eu gosto ou não, sem meios termos. E não tenho pena por demonstrar a alguém que não gosto dela. Se eu fizer alguma coisa errada, não será eu que irá pedir desculpas. Sou o orgulho em pessoa também. Com tantas chatices e defeitos, são poucos que gostam de mim. E se não gostar, o problema é seu. Os poucos que tenho por perto, já me basta.
Você chegou causando uma bagunça,
e mexeu não só comigo, como também mexeu com a minha vida inteira, causando uma desordem que, honestamente, eu não pretendo arrumar. E que fique claro, somos um desastre. Porque nós brigamos quase todos os dias, porque nós sempre acabamos com as poucas coisas românticas que acontecem entre a gente. O jeito fácil e correto está bem longe do nosso jeito. E fazemos do nosso jeito porque foi a única maneira que encontramos de lidar com nossos problemas, mas sempre dá certo, seja piorando a situação ou fazendo graça dela. Mas no fim do dia, depois de termos brigado, após termos causado nossas pequenas encrencas do dia, somos apenas mais dois apaixonados do mundo, falando coisas de amor e implorando pra que o outro seja cuidadoso, dando sermões e dando tchau com dor no coração. E então cada um vai pro seu canto, desejando que esses quilômetros não existissem. E então passamos a noite com essa distância tão incomoda, os dois pensando em todos os momentos, cada um cuidando de si como se estivéssemos cuidando do outro. E eu sei, vão existir muitas outras noites dessa, e eu vou ter saudade mesmo sem nunca ter tido você comigo. Esses benditos quilômetros, me fazem te amar 543545431464 vezes mais a cada minuto que se passa. Essa saudade me faz te querer muito mais a cada dia. Essas noites de tortura me fazem ver que vai valer muito a pena quando acontecer. Isso vai passar, essa distância vai acabar, assim como essas noites acabam, pra que mais um dia chegue. Pra que eu possa te xingar e você me xingar, pra que nós possamos brigar por ciúmes e discutir sobre bobeiras do dia a dia. E vai ser sempre assim, porque você é você e eu sou eu. E quem nós somos juntos, isso ninguém nunca vai conseguir mudar.
quarta-feira, 16 de maio de 2012
sábado, 5 de maio de 2012
“O segredo é tratar os outros da mesma forma que eles te tratam.
Não vale a pena ser sempre boazinha, estar sempre com um sorriso simpático no rosto e ser gentil com aqueles que se dirigem a você rispidamente. Ninguém nunca irá lhe retribuir da mesma forma. Somos ingênuos ao pensar que todo mundo é ético e moral o suficiente para saber que educação é necessária e respeito é algo que todos merecem receber. Chega a ser ridículo, mas todos somos completamente idiotas. Não percebemos que não importa o quanto a gente se dedique em fazer o melhor para alguém, nossos esforços nunca serão o suficiente para que essa pessoa reconheça tudo o que nós fizemos e o porquê. Você não irá ganhar um certificado por ser a pessoa mais bondosa e carismática do mundo, nenhum prêmio irá parar em suas mãos por algo tão pequeno. Porque hoje em dia ajudar os outros e dar o melhor de si por alguém virou algo pequeno e sem nenhum valor. Mesmo que todos os princípios estejam em falta, ninguém os reconhece da forma correta. Eu sempre tentei ser o mais simpática possível, tratar à todos educadamente mesmo que eles não me tratem da mesma maneira, mas já chega. Chega de hipocrisia, tanto da minha parte como dos outros. Eu já não quero mais fingir estar indiferente quando tudo que eu tenho vontade de fazer é gritar, falar mal, botar pra fora toda a raiva que eu ando sentindo. Mas ajudaria muito se tomassem minha iniciativa e passassem a ser mais sinceros, parassem de falsidade e começassem a ter dignidade o suficiente para dizer a verdade sem se importar com as consequências. Pra mim é 8 ou 80, não gosto de meio termo. Então, se for pra me tratar como se eu não fosse nada, prepare-se porque a rebatida vai ser forte. Lembre-se que gentileza gera gentileza. Posso ser a pessoa mais legal, querida e fofa do mundo, só depende de você. Delicadeza não faz mais parte do meu cotidiano, levei tapas demais da vida pra me preocupar em ser agradável com todos a todo o momento. Eu mudei sim, mas pra melhor. Então antes de querer me exigir algo, mostre que você está disposto e irá fazer o mesmo por mim. Fui idiota e boba por muito tempo por acreditar que iriam fazer por mim o mesmo que fiz por eles. Prove-me que você é diferente e eu lhe devolverei na mesma moeda. Não importa a maneira, mas me dê algo que assegure que você não é como todos aqueles que me chutaram pra longe durante a vida toda. Faça isso e então, quem sabe, você possa me ver do jeito que eu realmente sou. E depois que você descobrir, por favor, me conte com todos os detalhes o que viu. Porque eu realmente não sei mais como sou, se sou, quem sou.”
segunda-feira, 30 de abril de 2012
Ouvia...
ajudava, consolava, me importava. E não foram poucas as vezes que, mesmo em segredo, eu deixava de pensar na minha vida pra ajudar os outros. Em segredo, explico, porque não acho que preciso de medalhas, prêmios ou troféus. Se eu faço, é de coração, sem esperar reconhecimento do outro. Mas, perdão, eu sou humana e sinto. O mínimo que a gente espera é gratidão. Aprendi que ela nem sempre aparece. Aprendi que às vezes as pessoas acham que o que a gente faz é pouco. Por tanto aprendizado, acabei descobrindo que é melhor eu cuidar mais da minha vida e dos meus problemas e deixar que os outros se virem sozinhos. Não quero morrer santa, quero morrer feliz.
terça-feira, 17 de abril de 2012
quarta-feira, 11 de abril de 2012
“Já ouvi várias vezes...
ah-como-você-lida-bem-com-as-coisas. Não, não lido. Sou péssima em lidar “com as coisas”. Sou ciumenta com coisas bobas, impulsiva pelo menos uma vez por dia, leio bula de remédio e depois acho que tenho aquele bando de sintomas, meu dedão do pé não é bonito, quero tudo do meu jeito e minha cabeça é muito, muito dura. Não sou uma musa, uma diva, uma entidade, uma mestra. Sou uma pessoa. E de vez em quando sou uma pessoa péssima. Péssima mesmo. De vez em quando morro de vergonha de mim. E se eu fosse você morreria de vergonha de mim também. Amo muito, tudo é muito, tudo é exagero, tudo é demais.”
segunda-feira, 5 de março de 2012
Estava tudo quieto,
sem som, sem vozes, estava um silêncio enorme, só havia o barulho dos pássaros que voavam sem parar como sinal de que o mundo estava lindo lá fora, mais ela preferia não saber, estava sentada, toda encolhida no canto do quarto, até ela achava aquele silêncio deprimente, mais em seus pensamentos havia um alto barulho de decepções, sonhos e desejos, que ia lhe sufocando lentamente, sua vontade era gritar e fazer com que todos aqueles pensamentos fosse embora mais de nada adiantava. ✿ Beco das ilusões perdidas
sexta-feira, 2 de março de 2012
Eu não posso ser duas pessoas ao mesmo tempo,
o que me torna limitável, caramba. E claro, isso é uma direta bem forte para que vocês parem de me fazer cobranças. Nunca serei perfeita pra ninguém, nem pra mim mesma. Porque continuo sendo o personagem principal da minha própria história e devo honrar esse título me cuidando em primeiro lugar. É de conhecimento geral que me esforcei muito para agradar a maioria. Tão tola, eu. Somente a minoria gosta verdadeiramente da minha pessoa e é esse número pequeno que vou preservar, custe o que custar. Entretanto, necessito da compreensão dos meus amigos. Quero que não surtem toda vez que eu não tiver um tempo pra vocês e que me perdoem quando eu machucá-los. Não foi minha intenção, não a verdadeira. Há tantas barreiras que me impedem de ser uma grande amiga. Acabo sendo falha, tristemente defeituosa quando se trata de amizade. E tiro o chapéu para aqueles que conseguem estar sempre ao lado de quem amam, sem perder nenhum momento de suas vidas. Bem que poderia ser assim comigo.
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
E durante minha vida,
tomei decisões que eu sabia que não teriam volta, era preciso arriscar “tentar ser feliz”, mesmo sem ter nenhuma garantia[…] E vou continuar assim, arriscando, tentando, escolhendo caminhos incertos, mas sempre olhando pra frente.
sábado, 18 de fevereiro de 2012
Uma confusão que se chama vida.
Nascer pelado, sem um tostão no bolso. E chorar, pedindo um pouco de ar pros seus pulmões. Se tornar um bebê. Engatinhar, ter crises de choro pelos dentes que estão nascendo. Sujar todas as fraldas possíveis, algo que não impede de ser amado pelos seus pais. Crescer mais um pouquinho. Iniciar os estudos, aprender a amarrar seus sapatos. Adiante, lá vem o primeiro amor. Provavelmente termina num desordeiro fracasso e é aí que você pensa “sim, viver é uma merda.” E você tenta tornar essa merda bonita, porque o seu sonho é mergulhar no dinheiro e ser conhecido pelo mundo. Que pena. Na adolescência, arrancam suas ilusões sem dó nem piedade. As espinhas aparecem e levem sua auto-estima junto com elas. Nem mesmo seu animal de estimação te compreende e você detesta esse mundo com ideias absurdas. Afinal, você quer espaço. É tudo pequeno demais, apertado demais. De menos, só as suas possibilidades de sorrir com sinceridade. A expectativa pra entrar na maioridade é grande. Vai ser independente, dono do próprio nariz. Vai a luta pelos seus amores e vai poder fazer o que quiser. Grande bosta. É aí que você se sente preso, sufocado com as novas responsabilidades e sem colinho de papai e mamãe pra ajudar. A frase da vez é: “se vira”. Pronto. Cadê as explicações? É isso? Essa é a mesma fase da vida que me disseram ser maravilhosa? Porque parece uma tortura. Três objetivos: trabalho, faculdade e sucesso. Diversão só é prioridade pra quem quer terminar fracassado, vendendo balinha nos sinais da rua. E mesmo sendo trabalho digno, você quer terminar ao menos sentado numa mesa de escritório, vestindo um terninho chique e uma sala com ar-condicionado. Mordomia, apenas para quem nada no dinheiro. Às vezes, o futuro desaparece. Você planeja algo e esse “algo” se vai. Você faz de alguém o centro do seu mundo e a relação termina. Pow! Acabou-se o que era doce. Vai passar a experimentar o amargo da vida. Fica praticamente louco com esses altos e baixos. Nunca no meio, quase nunca tranqüilo perante os problemas do dia-a-dia. E assim desejamos uma máquina do tempo porque… Que deus-nos-acuda, hein. Nem o sentido está mais fazendo sentido.
domingo, 12 de fevereiro de 2012
Ela era assim, toda errada.
Entre devaneios, sonhos, algumas realizações, está ela. Fria, gélida, egoísta e amarga. Não mais hoje, mas um dia ela desejou apenas congelasse por dentro e entorpecesse todas as suas dores. Ela deseja demais. Quer ser feliz, aqui, agora e sempre. Sua sede faz-lhe beber de mágoas e rancores. Não aceitava o que havia com ela, por que se tornara tão fria consigo mesma? O amor, talvez. Tornou-se tão monossílaba, uns ”sei lá” pra cá e e outros ”tanto faz” pra lá. Ela tenta amenizar a realidade, repetindo para si mesma ”foda-se, eu não me importo”. Por mais que diga ser a garota banal, mas às vezes suas prioridades não passam de futilidades momentâneas. Lamenta-se por ter errado quando não podia e silenciado quando sua voz deveria florir o que sufocava-lhe a garganta. Vê-se como uma errante ambulante, que de tanto errar, ficou certa. Ela já desejou ser qualquer outra pessoa, menos ela. Ela é forte, porque com tantas chances para desistir, ela continua aqui. Por amor, por esperança. Ciúmes, possessividade, drama poderiam lhe definir, mas não seriam suficientes. Agora, se tivesse um único pedido a ser realizado, seria de um coração novo. Das consequências não se pensa, a não ser o momento que um olhar no outro, tudo volte a fazer sentido, quer que o presente seja como foi um dia.O passado a fascina, porque nostálgica, consegue lembrar que fora feliz. Sempre que tinha uma oportunidade pra mudar seu destino, tornava-se covarde. Uma franja em movimento, um sorriso curvando levemente seus lábios, meio torto e tímido. Tornou-se fria, reconheço, talvez pelas inúmeras decepções. Mas ela fingia, você sabe. Para ela pequenos obstáculos rendia-lhe grandes esforços e possivelmente, grandes sacrifícios. Desiste pois, mas põe um sorriso no rosto e diz que está tudo bem. Mas ela precisava de um colo, de um conforto, de um novo amor. Dizem que ela é ingênua demais, porque prefere acreditar em finais felizes do que fazer o seu. Alguns diziam que era a estranha, que não se encaixava em nada, talvez fosse mesmo. Que faz promessas, sabendo que é incapaz de cumpri-las e mais cedo ou mais tarde as quebrará. De que fez acordar todas as manhãs com o nome dele em sua cabeça, e com sorriso dele em sua mente. De tantos mistérios, ela esperava que alguém a decifrasse. Ela ri por dentro. Ela sofre e ninguém vê. Ela sonha de olhos abertos, e quando fechados, encontra os olhos dele. Lembra-se da respiração calma, dos olhos cor de fogo, da voz que é melodia, e do sorriso radiante, todos dele. Ela sabe sorrir, mesmo com lágrimas nos olhos. Ela mesma não entendia o que havia com si. Mas um dia ela aprenderá que tudo só fará sentido quando perceber que a única pessoa que precisa é dela mesma. Ela segue em frente, mesmo não querendo. Depois de tudo, ela espera dias melhores e céus mais azuis. Ela ainda acredita, talvez seja esse seu problema.
“E, então, ela decidiu mudar..
... Jogou fora todas aquelas roupas antigas, no qual, não sentia bem em usá-las, jogou fora todos aqueles sapatos velhos, decidiu comprar uns novos. Trocou todos os livros daquela instante empoeirada e decidiu limpar a bagunça do porão que ninguém entrava a séculos. Resolveu fazer o que diziam por aí: renovar. Pensou em mudar o corte do cabelo e trocar tudo do guarda-roupa amontoado de coisas inúteis que ela nem se quer usava. Pensava “pra quê?”. Pensando bem, tudo aquilo era inútil mesmo. Talvez era o melhor modo de recomeçar, mais aceitável do que ficar no quarto sem fazer absolutamente nada, esperando as coisas acontecerem por ela. Decidiu mudar todos aqueles esmaltes todos sem cores, sem vida, que só comprava pra deixar lá, guardados, pensava assim “qualquer data especial, eu os uso”. Mas todas as vezes que tinha algum compromisso, sempre tinha a mesma desculpa “não vou, não estou afim.” Mas era tudo mentira, todo mundo sabia, que ali, dentro dela, ela não queria mostrar o que realmente havia, e o pior, não queria mostrar isso á ninguém, escondia pra si. Ela nunca contou o que deveria ter contado. Nunca pode se expressar, nunca pode ser ela mesma. Dizia pra si “foda-se” mas no fundo, continuava se importando. E era tudo por causa dele, daquele maldito filho da puta. Por que a prendia tanto assim? Em si? Já estava na hora mesmo de acabar com isso. E então, ela caiu na real. E decidiu mudar. Decidiu sair dessa vida triste, dessa mesmice, desse clichê de sempre. Cansou de ouvir as mesmas músicas que lembravam ele, cansou de tudo. Jogou fora todas as fotografias antigas e decidiu tirar umas novas. Acima de tudo, ainda estava confusa, perdida e assustada. Mas ela tava mudando, não tava? Decidiu até alugar um filme novo pra assistir, sem ser esses de amores correspondidos, alugou um de comédia, só pra poder reviver um pouco. Decidiu até mudar o cardápio do jantar de hoje, aliás, hoje era um dia especial, ela estava mudando. Decidiu que iria mudar de emprego, até porque, odiava o emprego antigo. Disse pra si mesma “vou fazer o meu mundo, como bem entender, assim, vou viver, do meu jeito.” A partir de hoje, ao invés de esperar alguém vir arrumá-la, ela arrumava do seu jeito. E quem quisesse entrar em sua vida, que entrasse e que se acomodasse, mas que não decidisse mudar nada, como ela mesma avisou: “vai ficar desse jeito aí mesmo, não mudo por nada, nem ninguém.
sábado, 7 de janeiro de 2012
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
É difícil sabe..
é difícil me olhar no espelho e ver o que me tornei. É difícil imaginar que um dia eu tive coração, que um dia eu tinha sentimentos. É difícil ser fria até comigo mesmo. Sabe, dói ver aquele sangue escorrendo e eu sorrindo. Eu não sinto mais, parece que da maneira mais estranha possível eu dei um jeito de ” excluir meu coração”. É como se a dor pra mim fosse a mesma coisa que sorrir. Eu não sei explicar, não sei por que isso aconteceu… não sei por que me tornei tão dura assim. Eu não tenho mais dó de nada, não sinto mais a felicidade que eu sentia tempos atrás. Parece que eu fui crescendo e me congelando. Eu não gosto mais de abraços inesperados como dias atrás, eu não acredito nesses sorrisos escrotos e falsos das pessoas que eu vejo por aí. Parece que meu foco mudou completamente. A noite não é tão mágica como era, eu não gosto mais de estrelas, não suporto coisas coloridas, ex-ídolos para mim hoje são grandes palhaços que não sabem cantar e saem por ai querendo ganhar a vida. Parece que eu estou completamente mudada, uma mudança repentina, que está me deixando cada dia mais estranha, cada vez mais distante do que eu sonhava ser…
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